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  • PRESIDENTE JOÃO LOURENÇO PREVÊ REMODELAR O SEU EXECUTIVO NAS PRÓXIMAS SEMANAS

    PRESIDENTE JOÃO LOURENÇO PREVÊ REMODELAR O SEU EXECUTIVO NAS PRÓXIMAS SEMANAS

    O Presidente de Angola, João Lourenço pretende proceder alterações no seu executivo com o objectivo de melhorar o desempenho dos órgãos ministeriais. 

    A medida que já foi reflectida e adiada em várias ocasiões, tornou-se irreversível depois dos factos protagonizados pela população no dia 28 de Junho e prolongaram-se até o dia 30 de Junho, derivadas de uma manifestação convocada pelos taxistas em função da subida do preço do gasóleo, tendo causado várias mortes e inúmeros prejuízos económicos. 

    João Lourenço pretende promover para o seu executivo governamental os quadros do seu partido com perfil técnico e político proeminentes, com vista à ajustar a necessidade da sincronização de haver sensibilidade política perante a realidade social que a população vive actualmente. 

    As pastas ministeriais das Finanças, Comércio, Interior, Transportes, Economia e Planeamento, Educação, Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Indústria, Juventude e Desportos, Construção e Obras Públicas, Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Agricultura e Florestas, Telecomunicações e Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Construção, Cultura, Defesa, são tidas como prioridades nas alterações ministeriais que serão realizadas pelo presidente angolano nas próximas semanas.

  • CRIANÇAS SÃO USADAS COMO PEDINTES E APARENTEMENTE NINGUÉM VÊ!

    CRIANÇAS SÃO USADAS COMO PEDINTES E APARENTEMENTE NINGUÉM VÊ!

    A dificuldade de uma visão colectiva das autoridades angolanas alcançou os níveis do absurdo.

    A indiferença que só pode ser classificada como hipocrisia colectiva demonstra o quanto os governantes angolanos são insensíveis, cada um apenas preocupado em aproveitar obter os benefícios do dinheiro público.

    Os cenários de extrema pobreza que são constatados no largo da Independência também conhecido como largo do primeiro de Maio na província de Luanda e demais capitais de Angola, não têm qualquer justificação plausível para um entendimento razoável, pois é uma evidente prova da falta de humanismo dos governantes angolanos.

    Apesar dos dirigentes angolanos terem uma capacidade anedótica e totalmente irreal de tentarem justificar o que tem sido claramente evidências da incompetência que transportam, os factos que todos veem diariamente, crianças na rua desprovidas do mínimo de segurança e protecção institucional é uma prova da incapacidade de um governo desumano e incapaz de atender as necessidades mais básicas da sociedade.

    Não se poderá dizer que a pobreza resulta de uma causa em particular, mas existem diversos factores que podem contribuir para que o indivíduo se encontre ou possa vir a ficar nessa condição. Os principais factores de pobreza são os problemas socioculturais que indicam que o indivíduo é descriminado pela sua condição e essa pode ser relativa a uma baixa escolaridade e ao facto de ser de uma raça ou cultura diferente; a pobreza também é o resultado de um mau funcionamento político democrático que falha em promover a igualdade a todos os níveis.

    A impossibilidade de antever uma possível mudança no actual quadro de governação apenas prevalece no interior das organizações políticas, onde os filiados políticos ignoram toda realidade. Entretanto, na actual sociedade, esperar uma possível solução vinda dos governantes não passa de mera retórica que já não serve sequer para enganar a população de dementes que andam pelas ruas do país.

  • NIVEIS DE INDIFERENÇA POLÍTICA AUMENTAM DIARIAMENTE

    NIVEIS DE INDIFERENÇA POLÍTICA AUMENTAM DIARIAMENTE

    Contrariamente as máscaras das fotografias que se tornaram a forma ilusória de fazer política em Angola, tem se constatado o aumento dos níveis de indiferença dos cidadãos na participação política.

    Com a imprensa privada totalmente silenciada, os cidadãos buscam refúgio nas plataformas digitais e redes sociais para se fazerem ouvir perante o aumento diário do custo de vida.

    Apesar das fotografias serem produzidas regularmente com a intenção de manipular a opinião pública, os partidos políticos angolanos se arriscam a serem massivamente ignorados pela população durante às eleições gerais previstas para o ano 2027. O sofrimento da alma não se cura escondendo.

    A contradição da realidade e às aparências é claramente notável. Enquanto alguns poucos preferem mentir classificando a governação como se estivesse boa na sua actuação, a constatação da realidade nos ambientes privados faz eco da crescente insatisfação social da população perante a um governo diariamente indiferente aos clamores para que o governo angolano tenha como prioridade o bem-estar dos cidadãos.

    A classe política que governa Angola tem ao seu dispor inúmeros benefícios que fazem com que cada deputado, ministro, governador, administrador, qualquer que tenha algum cargo no governo apenas tem como prioridade salvaguardar os benefícios que lhe são proporcionados pelo sistema de governação.

  • MINISTÉRIO DAS FINANÇAS ASFIXIA OS CIDADÃOS COM MAIS POBREZA

    MINISTÉRIO DAS FINANÇAS ASFIXIA OS CIDADÃOS COM MAIS POBREZA

    A eterna ministra das finanças Vera Daves apresentou recentemente mais um dos seus impostos para aumentar as dificuldades já intensas da população. 

    Vera Daves que tem sido uma das poucas pessoas com excessiva sorte, por estar em frente ao ministério das finanças, tem no seu pelouro uma equipa alheia a difícil situação vivida pela população. 

    Sem qualquer currículo que pode evidenciar a sua competência, a ministra dos impostos resistiu ao escândalo do roubo da AGT, e sem vergonha continua imaculada apresentando políticas que prejudicam e aumentam o sofrimento da população. 

    Os excessivos impostos que são copiados nos modelos de gestão europeus não beneficiam o povo. Os funcionários privilegiados dos ministério das finanças ao fazerem comparações das finanças e da economia europeia para copiarem o modelo de impostos que vão implementando em Angola, deviam ter em conta outros aspectos conjunturais que são funcionais na europa, como exemplo a segurança pública, o sistema de saúde, a educação, inclusive a justiça, pois o caso do roubo da AGT, se tivesse ocorrido na europa certamente a ministra das finanças teria pedido a demissão e também estaria a ser julgada. 

    É preciso ter em atenção que o povo não deseja ser governado e, tão-pouco, oprimido pelos poucos poderosos e estes, por sua vez, querem governar e oprimir o povo. 

    O desejo do povo é mais honesto do que o dos poucos beneficiados no governo. Estes desejam oprimir, e o povo, por sua vez, apenas não quer ser oprimido. 

    Quando o objectivo é manter-se no poder, os governantes que são sábios e cautelosos têm enorme cuidado, em satisfazer e contentar o povo.